LIVRO Revolução à La Suicida PDF Fellipe de Sousa Barreto

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Resumo

Em meio ao caos, político e econômico, no qual o Brasil se encontra atualmente, para mim seria impossível não utilizar este tema num romance. Trata-se de algo que está diante de nós a todo momento, não passamos um dia se quer em que os telejornais nos imunde com notícias sobre essa trama da vida real. Decidi apresentar ao leitor, como personagem principal, um presidente da república diferente daqueles que a televisão sempre nos mostrou. Este personagem nada mais é do que mais um ser humano, mais uma pessoa no meio de tantas outras, trata-se de figura semelhante a mim e a você. Nosso herói é uma pessoa que vive sendo perseguida pelos traumas de seu passado: uma infância difícil e ainda tendo de esconder de todos um segredo terrível. Para o papel da mocinha, escolhi uma prostituta – a mais bela no meio de muitas – além da profissão, ela nada mais é do que uma menina, uma garota começando sua vida adulta, sem ter um pai ou uma mãe para lhe auxiliarem neste tarefa. Sendo uma prostituta, com o passar dos anos ela aprendeu a calar o sentimento de amar, mas tudo muda quando encontra nosso presidente, um cliente ilustre, e o mesmo acontece com ele. Ambos completam o outro de uma forma única. Confesso que foi muito divertido escrever os capítulos do vilão, o general lunático – um Hitler dos trópicos. Não foi difícil pensar nas coisas horríveis que ele fez, pois na verdade, o ser humano é capaz de fazer coisas bem piores, acabei me inspirando em alguns casos. Acredito que o general possui o mesmo espírito dos militares que proclamaram a república em 1889, acreditavam estar fazendo o bem, defendendo um propósito maior e melhor, mas que no final, acabaram percebendo que as coisas não seriam tão fáceis assim… Mas novamente, também quis humanizar este vilão, dei a ele um passado, uma perda trágica que o marcara para sempre. Esse foi meu maior propósito, apesar do que os outros dizem sobre determinada pessoa, jamais saberemos o que ela realmente passa, o que pensa, o que sente – seja um mendigo, ou o presidente da república. Este livro é meu primeiro livro, depois deste muitos outros ainda virão.“A literatura, como toda arte, é uma confissão de que a vida não basta.” – Fernando Pessoa