LIVRO Punhal de Prata: Conto de Horror PDF Gláucio Imada Tamura

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Resumo

O terror invadiu o olhar de Adriane em segundos. Ela resmungou: — Por favor, não…
— Como?! Não pude te ouvir. Vamos combinar o seguinte, vou retirar o pano, e você fala. Agora, se você tentar qualquer gracinha… — Dito isto, Punhal de prata ficou a valsear o punhal, por sinal também de prata, rente ao rosto de Adriane — Agora me fala o que disse?
— Por favor, moço, — implorou Adriane novamente — não faça nada comigo, sou uma mulher casada…
— Ah, — debochou Punhal de prata — isso não posso prometer. E em seguida, para provocá-la, passeava o dorso da sua mão sobre o rosto de Adriane — Quem mandou nascer tão gostosa? Eu não tenho culpa se não consigo resistir.
Ao ouvi-lo, Adriane desesperou-se e, organizando todas suas forças, aliás, que ela não tinha, lutava para se soltar. O que não adiantou. Só serviu para encadear ainda mais os braços do maníaco em volta do seu pescoço.
— Ah, não me provoque. — Ele disse. Depois pegou o punhal que havia colocado na cômoda e ficou a riscar o corpo de Adriane, principiando entre os seios, descendo até superfície da virilha. — Posso te abrir aqui mesmo, é isto que quer?