LIVRO ANAHÍ & ANTÔNIO: Sonhos, Pesadelos e Reflexões! PDF Maria Carminha Pires

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Resumo

IntroduçãoAntônio é o narrador de sua própria história de Vida. Reflexivo. Transparente. Coloca suas emoções a toda prova de fogo. Seu melhor amigo, Vivaldi, um felino inteligente, astuto, capaz de entender como ninguém as reflexões de seu leal amigo. Juntos, homem e seu gato, contaram com sinceridade de coração, corpo e alma, a intensa trajetória que fez suas vidas virarem em trezentos e sessenta graus quando conheceram a linda flor de jasmim em sua doce e suave voz, Anahí.Anahí por seu jeito de ser, é impulsiva, pragmática, carismática, ama de paixão sua profissão de jornalista é capaz de fazer seus entrevistados revelarem algo que nenhum outro colega de profissão consegue realizar. Ama viajar sabendo aproveitar cada momento com intensidade. Sua melhor amiga de infância e confidente, Beta (a sensata bailarina clássica), trás a paz de espírito que tanto Anahí necessita para que sua amiga estabanada possa levar a Vida com leveza, e para completar este trio de amizade, é apresentado Rá, o felino que consegue relevar toda a maluquice de sua Ahí.Do outro lado da história contada, Túlio, o destemido megalômano, que perdeu seu símbolo de Status num dos reveses que a Vida concede de vez em quando. Personalidade forte. Altivo. Ama as mulheres de um modo diferente. Conquistou uma linda e exuberante mulher, Thaís (a determinada) que através de seu relacionamento com um homem voluntarioso, de caráter instável, consegue com coragem reverter a situação pronunciada.Finalmente, a personagem Hanna, irmã mais velha de Antônio, jovem viúva, onde as circunstâncias que perdeu seu amado marido a faz amadurecer e conquistar o seu objetivo, conselheira, sábia, com prudência sabe proferir em palavras tudo o que está pensando, e assim, dominar o seu belo dom para o bem de todos ao seu redor.”…É possível refletir muito sobre como cultivamos as nossas mentes e de como podemos nos colocar distraída e silenciosamente em caminhos que em algum momento virem miragens de ruas sem saída.” (Frederico Mattos – Psicólogo Clínico).